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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Grupo Caroline de Cuiabá realiza Royal Academy of Dance (Londres)

O Grupo Caroline introduziu o Método e os Exames da Royal Academy of Dance (Londres) em 1984 em Cuiabá - MT com o objetivo de oportunizar aos professores e bailarinos a profissionalização, proporcionando aos jovens e crianças um momento lúdico, especial, com certificados de participação, diplomas e avaliações.


Os exames ou aulas de apresentação, são avaliados por uma examinadora de origem estrangeira e as músicas apresentadas por pianista, especialmente contratada para esta ocasião.

Neste ano de 2014, a Escola de Dança do Grupo Caroline apresentou os alunos ao New Pré Primary e ao Intermediate em Cuiabá para uma examinadora da África do Sul Miss Denise Caro e o Exame de Advanced em São Paulo - SP com bailarinas de todo país.


Você gostaria de participar dos exames em 2015?
Envie um email para diretoria@grupocaroline.com.br

terça-feira, 6 de maio de 2014

O Ballet Clássico está banalizado

São milhares de festivais espalhados pelo Brasil sem qualidade, que o troféu é entregue para alguém que nem sabe de qual ballet de repertório foi retirado a sua variação, se tornando um festival de erros. São diversas bailarinas que só pensam em ter belos físicos e serem magras, e esquecem da sua real função ao subir no palco, a de encantar.

São técnicas abstratas difíceis de distinguir, há misturas de "Royal" com "axé", de "Vaganova" com jazz, e qualquer ritmo que o professor souber e quiser ensinar, fazendo do bailarino uma vítima de inconsequências. 

Não é possível que os espelhos existentes nas salas de ballet não mostre que está errado, errado a forma de agir e pensar, não apenas a forma de executar o passo, mas a forma com que se trata o ballet clássico. São donos de um ego digno de poucos, mas usado por muitos, no qual impossibilita a evolução e aumenta a frustração.

É falta de educação aplaudir, mas a pior falta de edução é aplaudir o que faz a arte regredir.
Por: Lucas Splint

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Mãos no Ballet

A gente se preocupa tanto com os pés, com as pernas, não podemos esquecer as mãos. Mãos mal colocadas podem quebrar a estética das suas linhas.

Pois como escreveu Agrippina Vaganova: “Mas, somente a habilidade em encontrar a posição adequada para seus braços produz a finesse da artística expressão do bailarino, e alcança a harmonia completa para a sua dança.”

Alguns métodos têm colocações de mãos específicas, caso não pratique nenhum método que determine o posicionamento das mãos, estique os dedos, sem tencionar para as mãos terem aspecto suave e elegante. A sensação deve ser semelhante à de segurar um lenço entre os dedos. Sempre leve, como se estivesse desenhando na água.

A mão é continuação da sua linha de braço, você não pode quebrá-la, logo, deve cuidar do seu pulso.

Atente-se ao mindinho para não levantá-lo de forma exagerada separando muito ele dos demais, faça como se estivesse segurando uma xícara. Atente-se também ao indicador para ele não ficar muito separado dos outros, esconda o dedão, não deixe parecer que está segurando um sanduíche enorme!

E lembre-se o cartão postal de toda bailarina está nos seus braços e no seu sorriso!
Por: Dryelle Almeida, adaptado por
Cia de Arte Flor de Menina

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Os braços e as mãos

“Mas, somente a habilidade em encontrar a posição adequada para seus braços produz a finesse da artística expressão da bailarina, e alcança a harmonia completa para a sua dança.” (Agrippina Vaganova, Princípios básicos do balé clássico, p. 60.)

Quando falamos sobre os membros superiores, há dois aspectos. Primeiro, as posições dos braços: cinco no método Royal (além do bra bas, demi-seconde e demi-bras) e três no método Vaganova (além da preparatória). Depois, os port de bras, que são os movimentos dos braços. São os mais difíceis de serem feitos com perfeição, mas são eles os mais importantes na dança.

Aurélie Dupont, Psyché, Ópera de Paris, 2011.
No começo do estudo no balé, aprendemos as posições, mas elas só entram nos passos um tempo depois. Os port de bras entram bem mais tarde. [...]

Não precisamos ver o restante do corpo para reconhecer uma grande bailarina. Os braços, as mãos e a cabeça dizem tudo!

O cartão postal de toda bailarina está
nos seus braços e no seu sorriso

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Os métodos

Falar dos métodos de ensino do balé clássico é um tanto complicado, pois ter domínio do assunto requer um longo tempo de estudo da história e da técnica de cada um.


O que se pode afirmar, sem medo de errar, é que existem sete métodos conhecidos cada um com suas peculiaridades e especificidades, para tanto vou me atrever a somente listá-los. 

São eles (basta clicar para ver um pouco de cada um): 

École Française (método francês) 
Bournonville (método dinamarquês) 
Royal Academy of Dance – RAD (método inglês) 
Cecchetti (método italiano) 
Vaganova (método russo) 
Balanchine (método americano) 
Escola Cubana de Ballet (método cubano) 

Um olhar atento consegue perceber as diferenças, mesmo que não saiba dizer claramente quais são elas. A base do balé clássico é a mesma em todos os métodos, o que mudam são as formas dos passos serem ensinados e a ênfase dada a determinados aspectos. Por isso notamos que não é igual, mesmo sendo balé em todos os casos.



Para quem acha que seu tipo físico não é o mais adequado para determinado tenho uma boa notícia! Todos nós podemos estudar o método que quisermos a questão é o caminho percorrido para aprender e o nível técnico a ser atingido. Por isso, quando você achar que talvez tenha dois pés esquerdos e não nasceu para o balé, talvez seja apenas uma questão de método, não desista procure até encontrar aquele que lhe agrade e (ou) atenda as suas necessidades físicas.