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domingo, 27 de dezembro de 2015

Dezembro = Quebra Nozes!

Dezembro é tempo de "O Quebra Nozes"!

O mais belo espetáculo de Natal de todos os tempos, com a maravilhosa música de Tchaikovsky ! É um “presente de Natal” para todos os bailarinos! Nas mais de três décadas de remontagens, o espetáculo nunca deixou de se reinventar.

Encenado em dois atos, o balé conta a fantasia de Clara, uma menina que na noite de Natal ganha muitos presentes, mas se encanta de uma maneira especial por um deles, um boneco quebra-nozes. Quando todos vão dormir, Clara vai à sala para brincar com seu novo presente adormece e entra no mundo da fantasia. Os brinquedos ganham vida, dançam, lutam, viajam para O Reino das Neves e Reino dos Doces, onde Clara e seu príncipe são homenageados com danças típicas de vários países e com um gracioso pas-de-deux da Fada Açucarada.

Northern Ballet em Valsa do Floco de Neve
A criação de “O Quebra Nozes” foi inspirada em uma adaptação francesa de um trecho do conto Nussknacker und Mauserkonig (Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos), de Hoffmann. Tchaikovsky se encantou com as colorações sinistras e fantásticas que envolvem a história e compôs a música para o ballet. O resultado é uma obra repleta de fantasia e romantismo.
Via: Cisne Negro

Para encerrar a postagem temos a versão do San Francisco Ballet da Valsa do Floco de Neve, divirtam-se!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Noite Cultural da Criança acontece amanhã

A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo através do Departamento de Cultura convida toda a comunidade para prestigiar a tradicional "Noite Cultural da Criança".

O evento contará com diversas apresentações de grupos do Centro Cultural, Projeto Mais Educação da Escola Jardim das Palmeira e grupos independentes, apresentações essas de balé, dança do ventre, dança de rua, axé, violão e capoeira.

A noite se completa com sorteio de brindes doados pelo comércio local para as crianças presentes no evento que acontece amanhã, 09 de outubro, às 19h30, no Centro Cultural. 

O ingresso será de R$ 3,00 e o recurso dos mesmos será direcionado para a confecção de figurinos dos grupos de teatro e dança do Centro Cultural.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Americana acusa principal academia russa de balé de racismo

Não é surpresa que os padrões de beleza e treinamento no Balé Bolshoi, uma das principais academias de dança do mundo, sejam extremamente rígidos. Mas a bailarina americana Precious Adams, de 18 anos, que está terminando seu curso em Moscou, na Rússia, faz uma denúncia grave: dentro da escola, diversas vezes ela foi vítima de racismo e discriminação por ser negra. Em um episódio, uma professora chegou a lhe dizer: “Tente esfregar para tirar o tom negro”.

Há mais de dois anos na Academia de Coreografia do Estado de Moscou, nome oficial do balé, Precious diz ter sido excluída de várias apresentações por causa da cor de sua pele. A mais recente foi no começo deste mês, quando se preparava para o espetáculo de comemoração do aniversário de 240 anos da escola. Foi quando a professora lhe disse para “esfregar”, para que ficasse mais parecida com o que os diretores queriam das bailarinas.


“Alguns dos professores sabem, lá no fundo, que isso é injusto, porque eu posso fazer o que as outras meninas fazem tão bem quanto elas, ou até melhor”, disse ela, em entrevista ao jornal The Moscow Times. “Professores já tentaram me defender, mas se a voz mais poderosa diz que não está certo, que não parece certo, então não tem importância”.

No ano que vem, Precious pode ser tornar a primeira bailarina afro-americana a se formar pela escola. Ela foi criada em Detroit, nos Estados Unidos, e se mudou para Moscou aos 16 anos de idade, quando conseguiu uma bolsa para estudar na academia russa.

Precious explicou que tenta não deixar os comentários afetarem ela. Ela conta que certa vez ouviu um professor sugerir, sinceramente, que ela procurasse um tratamento de clareamento da pele. “Eu sabia disso antes de vir, todos me diziam: ‘Fique atenta, você vai ser praticamente a única negra. Eles têm um problema racial, seja esperta, não leve as coisas para o lado pessoal’”, disse.


Para ela, o grande problema é que as performances são fundamentais para que ela consiga um emprego como bailarina no futuro. “Se eu só me apresentei no palco quatro vezes nos últimos três anos, isso não parece nada bom. Se eu tivesse ido para qualquer outro lugar, provavelmente teria muito mais experiência”, acredita.

A academia disse ao The Moscow Times que não recebeu nenhuma reclamação oficial de discriminação dela ou de outros estudantes internacionais.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Nosso corpo se move... Nossa alma dança!

Ame, como se ninguém nunca houvesse feito sofrer... Trabalhe, como se não precisasse do dinheiro... Dance, como se ninguém estivesse olhando... Cante, como se ninguém estivesse ouvindo... Viva, como se fosse no paraíso! Curta o que de melhor a vida lhe oferece com toda intensidade, como se fosse o último dia de sua vida ...

A vida muitas vezes é curta, mas mesmo assim seu caminho é longo. Nela aprendemos a sorrir, chorar, amar, sofrer e a renascer, para amanhecer e termos um lindo dia... Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje... O ontem já passou... E o amanhã...talvez não chegará... Seja Feliz Sempre!

Desconheço a autoria

sábado, 8 de março de 2014

Às Mulheres...


"Quando os Deuses criaram a mulher tomaram a astúcia da raposa, o calor do sol, a paixão do fogo, o frescor da manhã, a suavidade da brisa, a profundidade do mar, a inconstância das ondas, a ferocidade da leoa, o aroma das flores, a doçura do mel, a alegria do amanhecer e o mistério da noite... E desta mágica poção nasceu a MULHER"
Aline Santos

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Depoimento de uma Bailarina

"Todo amanhecer para as bailarinas (o) é complicado, o chão que você não sente pisar, as bolhas que perturbam... Seu corpo te dá bom dia estalando. É uma relação de amor e ódio com a dor. É inevitável não se viciar nessas dores diárias que fazem questão de te lembrar sempre que você é bailarina.

É um desgaste com sabor de trabalho. E nunca vai parar! Tem dia que dói mais, tem dia que dói menos. Lembrando que me refiro ao corpo, pois se for avaliar o coração de uma bailarina, perceberá que não existem feridas, porque não se deixa ferir.


Você entrega seu amor ao balé sem medo, pois tem certeza de que ele não te abandonará. Seu coração vai estar sob o domínio da arte, em troca você receberá algumas bolhas sim, feridas, lesões, mas prefiro um corpo dolorido a um coração machucado... Todos chegam à aula reclamando das dores, às vezes até choram, mas no fundo sabem que fazem parte da sua felicidade, sabem que um dia sentirá falta.

E acredito que sem as dores, os aplausos não seriam tão gratificantes, com sonoridade de superação e com uma sensação de orgulho, por nunca desistir... E quando reclamar da dor substitua o semblante triste por um sorriso, porque se você não estivesse com ela, o balé não estaria com você!"
Desconheço a autoria

Vamos à luta... Em 5, 6, 7 e 8!

Você já se perguntou como bailarinos profissionais se preparam para uma performance? Confira este vídeo, pois é uma "paródia" desta preparação.


Adorei...!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Noite Cultural da Criança

A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo através do Departamento de Cultura convida toda a comunidade camponovense para prestigiar a tradicional "Noite Cultural da Criança".

O evento contará com diversas apresentações de teatro, balé, dança do ventre, dança de rua, axé, violão e capoeira.

A noite se completa com sorteio de brindes doados pelo comércio local para as crianças presentes no evento que acontece no dia 08 de outubro, às 19h30, no Centro Cultural. 

Ingresso simbólico no valor de R$ 2,00.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Um sonho realizado...

Sophia antes de qualquer descrição, antes de ser um ser humano, é uma bailarina, característica que ela mais valoriza em si.

Não tinha pernas altas, colo de pé, não era alongada, muito menos tinha pernas em "x". Tinha seios grandes, talvez menores só que o próprio sonho, o de vestir um “tutu”.

Por mais que às vezes ela ficasse perdida nas aulas, lá era onde se encontrava, só queria se sentir bailarina, bailava para si.

Mas todos os meninos da sala a olhavam com olhar de desprezo. O mesmo olhar que ela se esforçava tanto para conseguir fazer uma pirueta dupla, era o que facilmente escapavam lágrimas quando se encontrava sozinha. Mas por mais que às vezes ficasse triste pelo ballet, nada a proporcionava alegria igual ao de preparar uma quinta posição e começar a dançar.

Chegado o final do ano, era dia de apresentação, ela chegou ao camarim faltando meia hora para a apresentação, sua mãe já estava na plateia com uma câmera fotográfica pronta para registrar o momento de sua entrada, mas ela não entrou.

A mãe, preocupada, foi até o camarim e lá estava Sophia, de "tutu" em frente ao espelho, e a mesma perguntou indignada o porquê de ela não ter entrado, e Sophia respondeu:

" - Mamãe, eu já realizei meu sonho, eu não preciso de fotos, não preciso de aplausos, eu só preciso desse momento registrado na minha memória, o dia que me senti bailarina".

Sophia cresceu, é dentista mas sempre faz um "grand jeté" ao pular uma poça d’água, imaginando estar vestindo aquele "tutu", mas na verdade está de calça jeans no corpo e um sonho realizado no coração.

Lucas Splint - Texto fictício

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Às Mães



"Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.

Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz."

Fonte: Redação do Momento Espírita

sábado, 16 de março de 2013

Etiqueta nas aulas é importante!

Uma aula de dança é muito diferente de um laboratório de criatividade. Sua estrutura é complexa e extremamente relevante. Este é um guia de sugestões práticas. Algo pode ser útil, afinal, se ninguém lhe mostrou como se portar, como você poderia adivinhar?


  • Seja pontual. Caso chegue atrasada à aula já iniciada, peça ao professor permissão para entrar, de maneira discreta, sem alarde.
  • Desligue seu celular. Ou melhor, deixe-o do lado de fora da sala. Aproveite e jogue fora o chiclete também.
  • Uniforme: Descubra antes da aula se sua escola exige ou não uniforme. Caso adote, providencie logo, minimizando gafes desnecessárias.
  • Se a aula já começou, aqueça-se antes de começar! É a maneira mais eficaz de prevenir lesões e preparar o corpo para a dança. Mas faça em silêncio, em qualquer canto da sala, e só então acompanhe a turma.
  • É o professor que manda, dirige e ensina no seu território. Ele está trabalhando ali, tentando fazer o seu melhor. Mostre algum respeito à sua condução e propostas.
  • Use sua aula para estudar! Apesar de ser uma ótima ocasião para fazer novas amigas, as aulas de dança não são terapia em grupo e nem um bar. Converse com as amigas em outra ocasião. Aproveite cada aula como uma chance de aprender, crescer, se concentrar e se beneficiar de tudo mais que a dança pode te proporcionar.
  • Complexo de “primeira bailarina” é muito deselegante. A sala de aula é um local onde todas estão lá para estudar igualmente. Suas colegas não são sua platéia. Não domine o ambiente com perguntas desnecessárias ou atitudes blasés. Cumprimente todas, seja amigável e flexível, e lembre-se que você não é o centro das atenções. Toda a turma tem chances iguais.
  • A sala de aula é um local democrático. Não seja espaçosa, você não é dona de nada e não há lugares pré-determinados. Sendo assim, qualquer um pode ocupá-los.
  • Fica com sede durante a aula? Normal. Muito melhor do que sair a cada momento para se refrescar é levar uma garrafinha de água pra sala. Não atrapalha a aula e você não perderá nenhuma explicação/exercícios.
  • Novatas precisam de atenção e encorajamento. Seja generosa e mostre seu apoio. Com certeza elas se sentirão mais confortáveis para se expor e o professor poderá lhes dar mais atenção. Cuidado com os ciúmes!
  • Seja pró-ativa. Se o professor pedir para que demonstre um exercício, encare como mais uma oportunidade de estudo. Por que negar?
  • Quem respeita recebe respeito em troca. Caso o professor divida a turma em grupos, respeite as colegas enquanto executam algum exercício. Não converse, nem fique criticando ninguém, mesmo que você veja defeitos na sua maneira de executar. Manter as regras mínimas de boa educação é algo básico.
  • Faltou na aula? Às vezes acontece, mas nem o professor, nem a turma têm culpa disso. Não adianta chegar na aula seguinte bombardeando milhares de perguntas ou se sentindo injustiçada. Se você perdeu matéria, se esforce para “pegar”, mas sem “causar”.
  • Respeite sua vez e deixe os outros aproveitarem sua chance de fazer o exercício também. Siga o fluxo e nunca pare no meio ou passe na frente de alguém em “movimento”. Sem querer você pode causar um pequeno acidente.
  • Ao final da aula agradeça o professor, e ao trabalho desenvolvido ali. Bater palmas junto das demais colegas é um sinal de gratidão adequado.
Por: Eduardo Denardi

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O bem que faz a dança

A dança é uma atividade social. Estudos têm demonstrado que fortes laços sociais e convívio com os amigos contribuem para a auto-estima elevada e uma perspectiva positiva.

A dança oferece muitas oportunidades para conhecer outras pessoas. Participando de uma aula de dança você pode aumentar a autoconfiança e desenvolver habilidades sociais. Como a atividade física reduz o estresse e a tensão, dançar regularmente dá uma sensação geral de bem-estar.

Dicas de Dança

Audição do Joffrey Ballet em São Paulo



Com a presença de Alexei Kremnev e Anna Reznik (diretores artísticos do Joffrey Academy of Chicago ) que irão selecionar bailarinos para bolsas.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Eu ensino dança: Ruth Rachou

Trecho da entrevista de Ruth Rachou ao idança:


“Plié, grand plié, petit plié não formam um artista da dança. A cabeça tem que funcionar. É preciso saber a origem das coisas para mergulhar nelas e ser um bom profissional da dança.”

Para ler o texto completo, aqui.

A criança gosta de balé?

E o que fazer quando a criança não gosta e não quer aulas de balé?

Certamente todos os professores já passaram por esse delicado momento.

A criança entra na sala e a única coisa que ela quer e não estar ali. Mães que obrigam a criança a fazer a aula de balé porque querem uma atividade física ou até mesmo um passatempo para sua filha.

Não se deve obrigar nenhuma criança a gostar de balé ou futebol. Devemos esperar ela se manifestar. Se gostar, ótimo. Se não gostar, ótimo também.

Vejo que algumas mães tratam o balé como uma obrigação cívica ou até mesmo transferem suas convicções equivocadas para suas filhas como se tivesse dando uma grande lição.

E isso de nada adianta, quando essa criança chegar à fase da adolescência certamente irá parar com as aulas e ainda pior, nem irá apreciar a arte.

Cansei de ver e ter esse tipo de aluna. São crianças fofas, educadas... Mas, não gostam das aulas e ás vezes acaba atrapalhando o andamento da turma.

O que fazer nesta hora?

Eu particularmente chamo a mãe e converso abertamente. Explico que o balé tem sim benefícios para a criança. Mas, ela tem que se sentir bem dentro da sala de aula. Graças a esse meu bom senso, tenho ótimos exemplos de meninas que saíram e hoje fazem judô ou até mesmo outra modalidade de dança.

Fica então a dica. A sinceridade com os pais é fundamental. Não devemos “enganá-los” apenas pela quantidade de alunos.
Lucas Schoeninger

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Nosso corpo se move... Nossa alma dança!


A Beleza da alma que dança. Dançar é mover o dom. As cores dão o sentido da alma em movimento. O movimento é cadenciado e se ocupa em construir formas e refazer frases no espaço. Às vezes, acompanha uma composição musical. Outras vezes, segue o próprio silêncio em um ritmo imaginário. A arte do movimento é o discurso sublime do corpo em que nela o corpo dançante é o instrumento mais natural e imediato para a aproximação com o mundo real. A dança, enfim, favorece a condição de conexão entre o humano e Deus por meio do sentir e expressar os movimentos da alma.
Álec Luan