quarta-feira, 31 de julho de 2013

6 Motivos que fazem dos bailarinos ótimos profissionais em todas as áreas

Os empregadores devem entender o que faz dos candidatos com formação em dança, profissionais tendencialmente superiores aos restantes dentro duma mesma área.


Numa situação em que encontramos vários candidatos com as mesmas caraterísticas, a existência de um praticante de dança pode colocá-lo em vantagem, isto porque o treino em dança confere ao praticante atributos únicos:

1. Os bailarinos são ensináveis

Têm de ser. Os bailarinos estão dependentes do seu professor para corrigir a sua técnica, alinhamento, musicalidade, e tudo o resto que a dança exige. 

Ser ensinável pressupõe ouvir com atenção, aprimorar o seu foco, reconhecer as suas falhas e ajustar o movimento o melhor que a sua capacidade permitir.

Como tal, os bailarinos estão habituados a aprender com alguém superior e melhor a si. Até mesmo os melhores bailarinos recebem correções dos seus professores.

2. Os bailarinos são flexíveis

Óbvio, mas os bailarinos precisam ser flexíveis física e mentalmente. Isto porque há uma enorme quantidade de regras e estruturas que se passam na dança e que fazem parecer tudo tão bonito quando os movimentos são corretamente executados, mas dentro destas regras tem de existir uma grande flexibilidade.

Os bailarinos estão acostumados a lidar com a mudança constante. Os professores e coreógrafos estão constantemente a alterar as suas coreografias, e o bailarino necessita de flexibilidade para se adaptar a estas mudanças. O bailarino vive com as mudanças constantes impostas pelo seu superior e com a necessidade de adaptação rápida.

3. Os bailarinos aprendem rápido

Um bailarino tem de aprender rápido, pois a principal caraterística de um bom bailarino é a rapidez com que consegue aprender um novo passo, técnica ou coreografia.

Assim, os bailarinos estão habituados a seguir instruções visuais ou verbais e rapidamente transformá-las em movimento.

A capacidade de aprender rápido revela uma excelente memória, uma grande capacidade de ouvir, uma concentração excecional e uma forte conexão mente-corpo.

4. Os bailarinos estão sempre preparados

Os bailarinos são as pessoas que melhor entendem a importância de uma boa preparação.

As sequências mais complexas da dança como os lifts, as piruetas, os saltos, as reviravoltas, não serão bem executadas sem uma boa preparação. A forma como o bailarino se prepara para efetuar uma pirueta influencia diretamente a execução final.

Os bailarinos sabem também toda a preparação e trabalho de bastidores. A preparação do bailarino é a chave para que a sua performance em palco seja satisfatória.

5. Os bailarinos trabalham duro

Não importa se é bailarino profissional ou se dança como hobby, a realidade é que a dança é exigente, exata e dura.

Como tal, bailarinos aparecem para a aula, ensaios ou performances prontos e dispostos a arrasar. São enérgicos em mente e corpo e esperam trabalho duro.

Isso faz com que o bailarino seja extremamente dedicado ao seu ofício. Cheios de paixão pela sua arte.

6. Os bailarinos gostam de trabalho em equipa

Em muitas modalidades a dança pode parecer um trabalho individual, mas não o é. A dança é um coletivo. Os bailarinos alimentam-se da energia uns dos outros, estão habituados a trabalhar em pequenos grupos e dependem uns dos outros para suporte, aconselhamento e reação.

Os bailarinos olham para outros bailarinos com um sentido de comunidade e diversão. As pessoas mais criativas são bailarinos amadores.

Em resumo, as pessoas com formação em dança são ensináveis​​, flexíveis, aprendem rápido, bem preparados, e são os jogadores que trabalham duro e em equipa.

Esses atributos são vitais para o sucesso na dança, mas também são vitais para o sucesso no ambiente de trabalho moderno.

Se se encontra numa situação onde você pode contratar alguém com formação em dança, deve ponderar se estes atributos fariam sentido para o desempenho exemplar de um empregado no seu local de trabalho.

Melhor ainda, se o candidato sabe quais as vantagens que a sua formação em dança pode oferecer ao empregador, ele vai segui-las e duplicá-las.

terça-feira, 30 de julho de 2013

O ballet é para todos... Que o ama!

Em todo lugar do mundo os passos vão ter o mesmo nome, os olhares dos bailarinos vão ter o mesmo brilho, os corações vão ter o mesmo amor, não importa se seja branco, negro, japonês, homossexual, heterossexual, rico ou pobre, o ballet une acima das características físicas. Pessoas delicadas, anjos, batalhadores, artistas, sonhadores... Apaixonados!


Uma vez bailarino, nunca mais um ser humano qualquer. Será sempre diferente na sociedade, no grupo de amigos, na família... Será uma pessoa completamente apaixonada, com um sorriso diferente, com os pés cheios de calos, com uma postura elegante, com asas ao invés de braços.
Todo bailarino se não é privilegiado pelo físico ou pela facilidade de executar os passos, é privilegiado por ser bailarino, por saber como é fugir desse mundo de violência, por saber como é a sensação de ter um príncipe, mesmo que o "partner" seja seu melhor amigo. No palco ele vira seu primeiro amor. O olhar de amizade se transforma em um olhar apaixonado.

Apaixonados primeiramente pela escolha de ser do mundo da barra, da sapatilha rasgada, da meia-calça furada, do collant suado... Que por mais que tudo que foi citado não esteja em perfeito estado, é o que te deixa em um estado perfeito.

Não concordo com a frase "Muita gente ama o ballet, mas o ballet ama poucas pessoas”; o ballet se deixar ser amado. É preciso conquistá-lo um pouco todos os dias, para que ele seja seu. E quando for ninguém nunca vai conseguir separar, porque ele estará dentro de você.

Bailarinos!? Ah, bailarinos... Como podem amar o ballet mais que si mesmos? Como podem sonhar acordados? Como podem estar com o ballet todos os dias e não enjoar dele? Ninguém vai saber me responder, mas se a pergunta for diferente e eu quiser saber se todos os bailarinos sentem orgulho de si, com certeza a resposta vai ser sim, porque esticar os pés não é para qualquer um.
Lucas Splint

Ballet sem idade


Muitos são introduzidos no ballet quando crianças, mas infelizmente nem todos tem a mesma sorte. E ao contrário do que parece, alguns não crescem com o sonho de ser um bailarino ou bailarina, o sonho de ser bailarino (a) que cresce dentro deles com o tempo. Às vezes são apresentados ao ballet clássico tarde, ou quando mais novo (a) achava tudo muito parado, ou os pais não quiseram ou puderam colocar. Mas para ser sincero eu admiro mais quem começa a fazer ballet com 40 anos de idade do que quem faz desde os quatro, não me importa se a pessoa não tem o físico, ou flexibilidade exigida, pois estamos vivendo em um mundo que o que é mais valorizado é o físico e o sentimento de amor à dança vai sendo deixado para trás.

E se a pessoa em questão entrou para uma aula de ballet adulto ou adolescente, é porque gosta. E às vezes quem faz ballet há 15 anos permanece com as sapatilhas nos pés simplesmente por ser mais cômodo, porque depois que se aprende a andar na ponta dos pés, realmente é difícil andar com o pé inteiro no chão. Não significa que uma bailarina que consiga fazer 36 fouettés seja mais feliz que uma que só consiga fazer pirueta simples; às vezes ela nem consegue fazer uma conta de subtração, enquanto a outra cursa medicina em uma faculdade federal, e se julga melhor que ela. Cada qual tem sua qualidade e diferencial, mas todas merecem ser igualmente felizes.

Quem começa a fazer ballet cedo em uma boa escola tem obrigação de saber a técnica do ballet clássico, já o lado artístico não se aprende com o tempo, nasce com a pessoa, às vezes ela só é bailarino ou bailarina por consequência, ai quem não tem sorte é ela, que está vivendo infeliz. Não se deve culpar o tempo, não se deve ouvir criticas que não são construtivas, não se deve pensar que não vai conseguir. É necessário esforço.

Um bebê não consegue andar sem antes cair, se machucar, e ter cicatrizes, a diferença é que essas cicatrizes se curam conforme você percebe que está se superando, que valeu a pena deixar de achar o ballet lindo e passar a fazer parte dele e ele parte de você. Não tem que achar "ridículo" colocar uma meia calça ou um collant, sapatilhas e entrar em uma aula iniciante. Ridículo é quem deixa de viver fazendo o que ama, ou quem te crítica, porque às vezes quem critica é só uma pessoa frustrada que não teve a mesma coragem que você. E quem vive de lágrimas sente dor ao ver um sorriso, ainda mais quando esse sorriso poderia ser o dela.

Lucas Splint

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Orquestra Sinfônica de Tangará da Serra se apresenta na Aula Inaugural de Música em Campo Novo do Parecis


O Governo Municipal e a Secretaria de Cultura e Turismo, através do Departamento de Cultura, convidam toda a comunidade para prestigiar a Oficina Inaugural de Música sob a regência do Maestro Fernando Sousa.

A Oficina tem o principal objetivo de divulgar o reinício das atividades da Banda Municipal do Parecis, bem como as opções de instrumentos que serão trabalhados, como: sax, clarinete, trompete, trombone, bombardão, bombardino, violino e violoncelo, além de teoria musical e canto coral.

Dentro da programação, Campo Novo do Parecis estará recebendo a Orquestra Sinfônica de Tangará da Serra, sob a regência do maestro Liocir, que estará se apresentando e mostrando o resultado dos trabalhos desenvolvidos na área da música.

O que? - Oficina Inaugural de Música
Quando? - segunda-feira, 29 de julho
Onde? - Praça Municipal Odenir Ortolan

domingo, 28 de julho de 2013

Corpo de Baile e Primeira-bailarina


Certamente você verá bailarinas no corpo de baile com a perna mais alta, com o alongamento melhor que a primeira-bailarina e vai se perguntar por que ela ocupa um posto tão importante já que há outras bailarinas "melhores". Mas na hora de fazer a "Odette" é ela que te faz chorar, e você percebe que a diferença vai além de uma perna alta, de um colo de pé... Porque ela é artista, dança e não faz ginástica no palco.

É ela que fora dos palcos não se envolve em confusões, fica nos ensaios extras, onde aquela que você considera tecnicamente melhor prefere ir à praia aos sábados, ir a balada na sexta, faltar o ensaio na quinta, ao invés de ensaiar. Onde sim, poderia ser primeira-bailarina, mas o diretor de uma companhia não enxerga as bailarinas apenas quando estão de sapatilhas, mas também quando as tiram dos pés.

Primeira-bailarina tem que encantar, tem que ser aquela que mesmo se estiver no corpo de baile vai se destacar das demais, sair do ballet, mas não deixar o ballet sair de dentro dela, ser consciente que a fada que as crianças vêem no palco não pode ser vista depois na rua com um copo de bebida nas mãos.

Apenas pensar em querer ser primeira-bailarina deixa poucas chances de conseguir, mas se pensar em encantar quando dança para mil pessoas em um teatro da mesma forma que dança para uma na praça, pode não só ser primeira bailarina, mas também ser inspiração para o mundo.

O problema é que as pessoas dão mais importância ao status do que ao seu bem estar, deixam a alegria de dançar em segundo plano e são consumidas pela ganância. É triste, pois além de não ser uma primeira-bailarina, aos poucos vai deixando de ser bailarina, vai parando de se encantar ao subir no palco, de se emocionar ao ouvir os aplausos...

Uma bailarina do corpo de baile às vezes é muito mais feliz do que uma grande estrela, pois ela entra no palco e simplesmente dança. Claro que ela um dia gostaria de ser uma "Giselle" ou uma "Kitri", mas se ela brilhar na última fila do segundo elenco, o holofote automaticamente vai se direcionar a ela. E aí, por mais que os holofotes se apaguem, ela vai continuar brilhando.
Lucas Splint

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Campo Novo do Parecis ganha prêmios no VIII Festival de Dança de Tabaporã

Cinco grupos de dança de Campo Novo do Parecis (Cia de Arte Flor de Menina, Cia Helluá, Cia Lua Negra, Cia Almas e o grupo Magia dos Passos) estiveram se apresentando no VIII Festival de Dança de Tabaporã realizado neste final de semana, 20, com todos os grupos concorrentes se apresentando em uma só noite.

Cia Helluá
Foto: Sílvia Schneiders
E mais uma vez as bailarinas e os coreógrafos camponovenses mostraram sua qualidade, técnica e seu potencial artístico trazendo dois prêmios para o nosso município.

O evento contou com a participação de diversos municípios como Nova Bandeirantes, Juara, Claudia, União do Sul, Cotriguaçu, Santa Carmem, Juína, Aripuanã e a própria Tabaporã. Através de sistema de notas, foram premiados grupos do 1º ao 6º lugar.

Cia de Arte Flor de Menina
Foto: Sílvia Schneiders
A Cia de Arte Flor de Menina, das oficinas de Ballet Clássico do Ponto de Cultura Ninho do Sol, coreografada por Fábio Lima, dançou na categoria "Grupo A" concorrendo contra os municípios de Nova Bandeirantes, Juara, Claudia, União do Sul e a própria Tabaporã conquistando o 3º lugar, a Cia de Dança Dançando e Encantando de Tabaporã ficou com o 2º lugar e o 1º lugar ficou com a Academia de Dança Harielle Francine de Nova Bandeirantes.

3º Lugar "Grupo B", Cia de Arte Flor de Menina
Foto: Sílvia Schneiders
A Cia Helluá das oficinas de Dança do Ventre do Centro Cultural coreografada pela instrutora Franciele Almeida, concorreu contra os grupos vindos das cidades de Nova Bandeirantes, Juara, Claudia, União do Sul, Cotriguaçu, Santa Carmem, Juína e Tabaporã sendo a grande campeã da categoria mais concorrida da noite o "Grupo B", o 2º lugar ficou para o grupo Paixão Sem Fronteiras de Santa Carmem e o 3º lugar ficou para o grupo Filhos da Selva de Juína.

1º Lugar "Grupo A",  Cia Helluá
Foto: Sílvia Schneiders
Segue abaixo a ordem das apresentações:

CATEGORIA GRUPO A
  1. Academia De Dança Harielle Francine I (Nova Bandeirantes) – Música: Paparazzi
  2. Flores De Lotus (Juara)
  3. Cia De Arte Flor De Menina (Campo Novo do Parecis)
  4. Cia De Dança Dançando E Encantando (Tabaporã)
  5. Academia De Dança Harielle Francine II (Nova Bandeirantes) – Musica: Sentimentos São
  6. Illumin’ Arte -Peti (Claudia)
  7. Cia Municipal De Dança Radical Dance Mirim (União Do Sul)
  8. Lilo Stich (Juara)
CATEGORIA GRUPO B
  1. Cia Municipal De Dança Radical Dance (União Do Sul)
  2. Helluá (Campo Novo do Parecis)
  3. Batidao Country (Cotriguaçu)
  4. Paixão Sem Fronteiras (Santa Carmem)
  5. Cia Lua Negra E Almas (Campo Novo do Parecis)
  6. Bellatrix (Tabaporã)
  7. Rosas De Isis I (Juara) – Musica Bengala
  8. Companhia De Dança Dançando E Encatando (Tabaporã)
  9. Union Crew (Cotriguaçu)
  10. Cia Almas (Campo Novo do Parecis)
  11. Rosas De Isis II (Juara)
  12. Academia De Dança Harielle Francine (Nova Bandeirantes)
  13. Mistury Dance (Claudia)
  14. Filhos Da Selva (Juina)
  15. Flores De Afrodite (Juara)
  16. Magia Dos Passos (Campo Novo do Parecis)
CATEGORIA GRUPO C
  1. Poder do Ritmo (Tabaporã)
  2. Dancing Forever (Claudia)
  3. Mundial Crew (Juina)
  4. Impact Fusion (Tabaporã)
CATEGORIA CASAL
  1. Bruna e David (Tabaporã)
  2. Black Show – Antonia e Pablo (Claudia)
  3. Mylena e Aleson (Tabaporã)
  4. Tati e Cleber (Juara)
  5. Aline e Alencar (Tabaporã)
  6. Tiago e Aline (Tabaporã)
  7. Erison e Daniely (Tabaporã)
  8. Ellos de Sangue Mayconledio e Gabriela (Aripuanã)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Ninho do Sol participa do VIII Festival de Dança de Tabaporã

A Cia de Arte Flor de Menina, das oficinas de Ballet Clássico do Ponto de Cultura Ninho do Sol, viaja neste fim de semana para a cidade de Tabaporã onde concorrerá na categoria “Grupo A” do VIII Festival de Dança de Tabaporã.


A Cia, coreografada por Fábio Lima, estará se apresentando com um “Fragmento de Ballet de repertório: Valsa das Flores” para concorrer contra grupos vindos das cidades de Nova Bandeirantes, Juara, Claudia, União do Sul e a própria Tabaporã.


O VIII Festival de Dança de Tabaporã é divido em quatro categorias Grupo A (07 a 12 anos estilo livre) Grupo B (12 anos acima estilo livre), Grupo C (07 anos acima Hip-Hop) e Categoria Casal (13 anos acima) e tem como objetivo promover, incentivar e valorizar a participação dos cidadãos Tabaporaenses e de municípios da região em atividades culturais referentes à dança, valorizando a importância das expressões artísticas e culturais de cada um, bem como promover a autoestima das pessoas.

Além da Cia de Arte Flor de Menina, Campo Novo do Parecis estará sendo representado pelos grupos Helluá (dança do ventre), Cia Lua Negra e Cia Almas das oficinas de dança do Centro Cultural e pelo grupo Magia dos Passos das oficinas de balé do Projeto Cras Girassol Boa Esperança – todos esses grupos coreografados pela instrutora Franciele Almeida.

Segue abaixo a ordem das apresentações:

CATEGORIA GRUPO A
  1. Academia De Dança Harielle Francine I (Nova Bandeirantes) – Música: Paparazzi
  2. Flores De Lotus (Juara)
  3. Cia De Arte Flor De Menina (Campo Novo Parecis)
  4. Cia De Dança Dançando E Encantando (Tabaporã)
  5. Academia De Dança Harielle Francine II (Nova Bandeirantes) – Musica: Sentimentos São
  6. Illumin’ Arte -Peti (Claudia)
  7. Cia Municipal De Dança Radical Dance Mirim (União Do Sul)
  8. Lilo Stich (Juara)
CATEGORIA GRUPO B
  1. Cia Municipal De Dança Radical Dance (União Do Sul)
  2. Helluá (Campo Novo Parecis)
  3. Batidao Country (Cotriguaçu)
  4. Paixão Sem Fronteiras (Santa Carmem)
  5. Cia Lua Negra E Almas (Campo Novo Parecis)
  6. Bellatrix (Tabaporã)
  7. Rosas De Isis I (Juara) – Musica Bengala
  8. Companhia De Dança Dançando E Encatando (Tabaporã)
  9. Union Crew (Cotriguaçu)
  10. Cia Almas (Campo Novo Parecis)
  11. Rosas De Isis II (Juara)
  12. Academia De Dança Harielle Francine (Nova Bandeirantes)
  13. Mistury Dance (Claudia)
  14. Filhos Da Selva (Juina)
  15. Flores De Afrodite (Juara)
  16. Magia Dos Passos (Campo Novo Parecis)
CATEGORIA GRUPO C
  1. Poder do Ritmo (Tabaporã)
  2. Dancing Forever (Claudia)
  3. Mundial Crew (Juina)
  4. Impact Fusion (Tabaporã)
CATEGORIA CASAL
  1. Bruna e David (Tabaporã)
  2. Black Show – Antonia e Pablo (Claudia)
  3. Mylena e Aleson (Tabaporã)
  4. Tati e Cleber (Juara)
  5. Aline e Alencar (Tabaporã)
  6. Tiago e Aline (Tabaporã)
  7. Erison e Daniely (Tabaporã)
  8. Ellos de Sangue Mayconledio e Gabriela (Aripuanã)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

SECULTUR oferece aulas de Dança Livre e Dança de Salão

A SECULTUR (Secretaria de Cultura e Turismo) de Campo Novo do Parecis informa que as inscrições para as Oficinas de Dança Livre já estão abertas. Serão oferecidas oficinas de Danças de Rua, Axé, Contemporânea, Forró Estilizado e Dança Afro com o instrutor Jean Rodrigo.


As oficinas de Dança de Salão tiveram início no dia 16 deste mês e conta em sua grade com aulas de Sertanejo Universitário, Forró, Vanerão, Xote, Samba de Gafieira, Bolero, Tango, Valsa entre outros. Garanta já sua vaga!

Bailarinas de Campo Novo do Parecis participam do VIII Festival de Danças de Tabaporã

Bailarinas de Campo Novo do Parecis vão concorrer, neste fim de semana (20/07) na cidade de Tabaporã – MT, no VIII Festival de Danças de Tabaporã representando nosso município em mais um evento regional.

Além de Campo Novo do Parecis e da anfitriã estarão presentes e concorrendo neste que promete ser um disputado evento, as cidades de Nova Bandeirantes, Juara, Claudia, União do Sul, Cotriguaçu, Santa Carmem, Juína e Aripuanã.

Cia Helluá - Coreógrafa Franciele Almeida
Campo Novo estará sendo representado pelas Cias: Helluá (dança do ventre), Cia Lua Negra e Cia Almas das oficinas de dança do Centro Cultural, pelo grupo Magia dos Passos das oficinas de balé do Projeto Cras Girassol Boa Esperança (todos esses grupos coreografados pela instrutora Franciele Almeida), e também pela Cia de Arte Flor de Menina das oficinas de Ballet Clássico do Ponto de Cultura Ninho do Sol do coreógrafo Fábio Lima.

O VIII Festival de Dança de Tabaporã tem como objetivo promover, incentivar e valorizar a participação dos cidadãos Tabaporaenses e de municípios da região em atividades culturais referentes à dança, valorizando a importância das expressões artísticas e culturais de cada um, bem como promover a autoestima das pessoas.


Boa sorte e sucesso aos grupos camponovenses!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Começou o 31º Festival de Dança de Joinville

Começou hoje, no Centreventos Cau Hansen, com a apresentação do Ballet Nacional do Uruguai (Sodre) o 31º Festival de Dança de Joinville. Criado pela promotora cultural Albertina Tuma e hoje comandado por Ely Diniz da Silva Filho, presidente do Instituto Festival de Dança, nesses 31 anos de realização o evento cresceu um pouco a cada ano, chegando ao patamar de maior do mundo.


E desde sua primeira edição o Festival de Dança agitou a cidade de uma maneira geral. Com a chegada dos bailarinos as ruas ficam mais coloridas e alegres, os hotéis lotam, o comércio se intensifica e os barzinhos, boates e restaurantes se tornam ponto de encontro de participantes do evento, turistas e cidadãos da cidade de Joinville.