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sexta-feira, 4 de março de 2016

O limite das selfies no balé

Selfie bailarinística é moda, assim como todas as outras selfies. Mas até onde vai o limite? Toda hora é hora de foto? Claro que não! Tudo tem limite, precisamos conter e tirar essas fotinhas nos momentos certos. Segue uma listinha de cuidados na hora da selfie bailarinística:

Imagem retira da internet
Evite tirar selfie no banheiro e no vestiário
(até mesmo para evitar que saia alguém no fundo da sua foto)

Cuidado com o que reflete na sua foto do espelho
(pode refletir outra pessoa que não quer ser fotografada)

Não atrapalhe a aula
(só tire fotos em horas vagas! Deixe seu celular na bolsa durante a aula. Se possível --> NÃO LEVE O CELULAR PARA SALA DE AULA)

No mais, acredito que podem tirar "selfies saudáveis", ou seja, que não atrapalham ninguém!

Mas de uma maneira geral acredite que a selfie não pode ser mais importante do que a ação, no nosso caso, a dança! Temos que cuidar para não inverter a importância das coisas. Não vale dançar só para tirar selfie.

terça-feira, 1 de março de 2016

8 motivos para escolher o Balé adulto como atividade física

Ao se falar em balé é comum associar a ideia de que a dança deve ser praticada por crianças e não por adultos. Porém, essa dança tem sido escolhida como atividade física por muitas pessoas que decidiram desafiar os mitos e mostrar que nunca é tarde para começar e que o balé pode ser, sim, muito benéfico para adultos.

Por isso, enumeramos oito motivos pelos quais a escolha do balé como atividade física é uma excelente opção:

1. Exercício completo

A dança trabalha todos os músculos do corpo com graça e suavidade promovendo o condicionamento muscular, fôlego, firmeza e precisão;


2. Qualidade de vida

Movimentos que antes eram simples e que agora se tornaram difíceis como coçar as costas ou outras coisas que tinha condições de fazer quando ainda criança, podem ser recuperados, pois o balé proporciona maior flexibilidade, dando muito mais qualidade de vida para quem o pratica.

3. Postura

A dança do balé exige muito do tórax, membros superiores e inferiores, o que beneficia o atleta em suas atividades cotidianas e melhora sua postura, deixando o praticante bem mais elegante;

4. Coordenação motora

Cada movimento feito no balé é com precisão o que melhora tanto a coordenação motora grossa como a fina;

5. Disciplina e controle mental

A dança exige muita concentração na execução de cada movimento, o que aumenta o controle mental sobre o corpo e melhora a disciplina de cada praticante;


6. Aumenta a resistência

Manter-se em uma posição por muito tempo ou executar o mesmo movimento várias vezes seguidas exige muita resistência do corpo com o envolvimento de grandes massas musculares.

7. Corpo

Expressar-se através da música com movimentos suaves e firmes, aumenta a força corporal;

8. Exercício para a mente

Um exercício para mente, pois exige muita atenção e concentração. Os benefícios do dessa dança são enormes. Uma pesquisa realizada recentemente relatou que o balé é mais que apenas uma dança, tratando-se na verdade de uma atividade física completa, trazendo mais benefícios do que a Natação para quem pratica.
Fonte: Templo do Corpo.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Em noite emocionante, mães são homenageadas com presentes e apresentações culturais

Dando sequência à 1ª Semana do Bebê uma iniciativa da Secretaria Municipal de Assistência Social, em uma ação coordenada com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, através do Selo UNICEF Município Aprovado, a Prefeitura Municipal de Campo Novo do Parecis juntamente com a Secretaria de Cultura e Turismo através do Departamento de Cultura realizou na noite desta quarta-feira (06), a "Noite Cultural das Mães no Centro Cultural Paresí.

Centro de todas as atenções, as mães dos alunos das oficinas culturais e grupos de dança do Departamento de Cultura foram homenageadas com apresentações que as levaram às lagrimas. 

Em algumas apresentações, as mães também participaram como a apresentação da Companhia Revelação de Teatro, que fez uma viagem ao passado com encenações de músicas que marcaram épocas.

Entre uma homenagem e outra, as mães foram presenteadas com brindes oferecidos pelo comércio local e para encerrar, o mais desejado deles, uma carteira de habilitação.

Felizes com a participação da comunidade, a organização do evento, que não mediu esforço para realizar tão gratificante homenagem, afirmou que nenhuma mãe saiu da “Noite Cultural das Mães”, sem sentir que valeu a pena esperar nove meses para receber tanta demonstração de carinho e reconhecimento pelo seu dia.


Fonte: Alexia Schumacher com Redação

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Flor de Menina ganha prêmio de Melhor Trabalho Juvenil no Balé Clássico em Nova Mutum

A Cia de Arte Flor de Menina, Corpo de Baile do Ponto de Cultura Ninho do Sol, esteve neste último fim de semana (26 a 28/09) na cidade de Nova Mutum competindo no 1° In’Ventus Dance representando Campo Novo do Parecis numa Mostra Competitiva de Dança que contou com a participação das cidades de Tangará da Serra, Cuiabá, Sorriso, Lucas do Rio Verde, São José do Rio Claro, Rondonópolis entre outras.

Pas de Trois "Do jeito que você é"
O Balé Flor de Menina esteve concorrendo com duas coreografias na Categoria Juvenil: o Pas de Tois "Do jeito que você é" e o Pas de Deux "Sentimentos (A Bela e a Fera)" obtendo a maior média em nota da categoria e com isso ganhando o prêmio de Melhor Trabalho Juvenil do 1° In’Ventus Dance com o Pas de Deux "Sentimentos (A Bela e a Fera)".

No decorrer do evento a Cia esteve participando do workshop de Balé Clássico Intermediário ministrado pelo Claudiano Christ bailarino e diretor da Voo Livre Ballet de Cuiabá.

A primeira edição do In’Ventus dance teve o intuito de propiciar aos bailarinos e coreógrafos da região a possibilidade de apresentarem seus trabalhos. O evento envolve workshops de Dança, Mostra de Dança e a Competição que ocorre no domingo (28).

Além do Balé Flor de Menina, estiveram presentes no 1° In’Ventus Dance as Cias Almas, Lua Negra e Helluá do Centro Cultural sob instrução da coreógrafa Franciele Almeida e o Grupo Unidade Black Crew dos coreógrafos Johnnye Patrício e Weliton Soares (Buru) todos de Campo Novo do Parecis.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Flor de Menina vai competir no 1° IN’ VENTUS DANCE em Nova Mutum

A Cia de Arte Flor de Menina, Corpo de Baile do Ponto de Cultura Ninho do Sol, estará viajando neste fim de semana para competir no 1° IN’VENTUS DANCE que acontece na cidade de Nova Mutum entre os dias 26 a 28/09 representando Campo Novo do Parecis neste evento que contará com a participação de vária cidades mato-grossenses como Tangará da Serra, Cuiabá, Sorriso, Lucas do Rio Verde, São José do Rio Claro, Rondonópolis entre outras.

Foto: Jonas Ferreira
O Balé Flor de Menina estará se apresentando com duas coreografias de balé clássico: concorrendo na modalidade Trio/Pas de Trois com a coreografia "Do jeito que você é" e na modalidade Duo/Pas de Deux com a coreografia "Sentimentos", ambas do coreógrafo Fábio Lima.

A primeira edição do In’Ventus dance tem o intuito de propiciar aos bailarinos e coreógrafos da região a possibilidade de apresentarem seus trabalhos. O evento envolve workshops de Dança, Mostra de Dança e a Competição que ocorre no domingo (28).

Além do Balé Flor de Menina, estarão indo para o 1° In’Ventus Dance as Cias Almas, Lua Negra e Helluá do Centro Cultural sob instrução da coreógrafa Franciele Almeida e o Grupo Unidade Black Crew dos coreógrafos Johnnye Patrício e Weliton Soares (Buru) todos de Campo Novo do Parecis.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

O cérebro e o movimento

Olhe e preste atenção

Vocês sabiam que apenas de olhar um movimento o nosso cérebro realiza 1/3 da ação? Nesse momento, o corpo começa a se preparar para realizá-lo. Por isso é tão importante prestar atenção na explicação da aula ou do vídeo antes de sair se mexendo. Não só, agora vocês sabem que passar horas assistindo aos vídeos no YouTube não é importante apenas para o conhecimento teórico, o corpo também está aprendendo.


A diferença entre talento e habilidade

Quando se fala em talento, sempre surge a história da bailarina dedicada que atingiu um alto nível técnico. Quando se fala em dedicação, sempre surge a história da bailarina talentosa que praticamente nasceu dançando. A questão é: não adianta rebater um com o outro, pois ambos são verdadeiros. Há os talentosos que possuem uma grande facilidade para realizar alguma coisa e há os habilidosos, que pelo treino atingiram um alto nível nessa mesma coisa.

Nasceu talentosa? Se não estudar dança, não fará diferença. É dedicada? Quanto mais estudar, melhor será. Não adianta sofrer ou reclamar, aceite em qual turma você se encaixa e siga em frente.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Tudo sobre sapatilhas de Meia Ponta

Muito se fala sobre sapatilhas de pontas, mas as tão usadas sapatilhas de meia ponta também tem variedades. Vamos entender um pouco mais sobre os tipos de sapatilhas de meia ponta.

Sapatilha de meia ponta tem pé certo?

Enquanto você não usa não tem pé certo. Depois, ela vai se moldando ao pé que você sempre usa. Então não procure direito ou esquerdo, coloque no pé, passe a usar, depois mantenha sempre a mesma sapatilha no mesmo pé. O formato irá te mostrar qual é de qual pé.

Qual o número da minha sapatilha de meia ponta?

Normalmente a sapatilha de meia ponta é 1 ou 2 números maior do que o número que você calça. O ideal sempre é provar! Digo isso porque tenho sapatilhas bem maiores do que esta diferença. Como cada pé é um pé, só você mesma pode saber se está ou não conformavelmente calçada com determinada sapatilha. Prove com seu pé no chão normal e prove com seu pé esticado.

Existe sapatilha de meia ponta feminina e masculina?

Sim, pois a largura do metatarso masculina costuma ser mais larga, porém nada impede que usem sapatilhas femininas e vice versa se ficar adequada ao pé, sem desconforto.

Quais diferenças entre os materiais das sapatilhas?

Encontrará sapatilhas de lona, cetim e couro. A diferença maior é a aderência com o piso (dependendo do piso onde você fizer aula uma ou outra será melhor) e a sua preferência da adequação da sapatilha ao seu pé. As de couro e as de lona costumam ser mais durinhas. As de cetim mais usadas por crianças ou em figurinos.

Sapatilha de Couro
Atualmente existem sapatilhas com strech no meio do solado. Eu adoro! parece que dá mais liberdade pros movimentos do meu pé!

Elásticos e Fitas

O elástico é obrigatório. Sempre irá usar e deve ser bem costurado. As fitas, nas sapatilhas de meia ponta são opcionais. Geralmente usadas em níveis intermediários e avançados. O elástico pode ser simples ou duplo.

Sapatilha de Meia ponta com fitas
Cor ideal para a sapatilha

Não existe cor ideal. Normalmente meninas no ballet usam rosa ou salmon,  meninos pretas, mas não são regras, pode depender do uniforme da sua escola. Eu gosto de combinar a cor da sapatilha à cor da meia. A cor da sola pode ser branca ou da cor da sapatilha.

SOBRE AS SOLAS

Sola Inteira

Normalmente usada por crianças ou iniciantes. Essas sapatilhas costumas vir com elástico no peito do pé já costurados e ter forro em algodão.

Sola Dividida

Indicada para bailarinos de nível intermediário ou avançado. A sapatilha com sola dividida é melhor para exercitar seu colo de pé. Ela dará mais conforto na realização dos exercícios e você conseguirá esticar o pé.

Cuide da sua sapatilha

Sapatilhas de meia ponta são "laváveis", você pode lavar as sapatilhas, contudo vai sentir diferença quando calça-las novamente com elas lavadas, pois ficarão mais durinhas e aparentemente apertadas, como se fossem novas.

Bailarinos normalmente preferem sapatilhas de meia ponta usadas, velhas e, porque não, surradas. Digamos que elas já estão mais moldadas aos pés.

Talco - Use talco nas sapatilhas para não ficar com mal cheiro.

Saquinhos - guarde a sapatilha num saquinho de pano, pode ser num saquinho com furinhos, assim ela fica num lugar arejado dentro da bolsa.

Sol - coque de vez em quando suas sapatilhas no sol para não ficarem presas, juntando bactérias, dentro da sua bolsa.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Coordenação motora no Baby Ballet

O Baby Ballet é uma atividade que deve ser exercitada de 3 a 6 anos e umas das habilidades que devem ser desenvolvidas durante essa fase nas aulas é a coordenação motora. A criança responde aos estímulos de várias formas e cabe ao professor, trabalhar a motricidade da criança. 

Uma série de exercícios bem elaborados além de desenvolverem nas crianças habilidades motoras proporciona a aceitação, a participação e a evolução da criança na dança.

Coordenação motora é definida como a capacidade de usar de forma eficiente os músculos do corpo obedecendo aos comandos que o cérebro envia. 

Existem três tipos de coordenação motora: a geral, a específica e a fina. 


A coordenação motora geral faz com que a criança consiga dominar o próprio corpo e assim controlar todos os movimentos, até os mais rudes. A coordenação motora geral é essencial para que as pessoas andem, rastejem, pulem e façam outros exercícios do mesmo tipo.

A coordenação motora específica permite que as pessoas possam controlar os movimentos específicos para realizar um tipo determinado de atividade.

A coordenação motora fina é responsável pela capacidade de usar de forma precisa e mais eficiente os pequenos músculos que estão no nosso corpo, para que assim eles produzam movimentos mais delicados e específicos que outros tipos de coordenação motora. A coordenação motora fina é usada para costurar, escrever, recortar ou para digitar.

O professor de baby ballet deve conhecer e reconhecer esses tipos de coordenação motora e elaborar exercícios que possam auxiliar o desenvolvimento de todas as coordenações. E nada melhor que a dança para estimular todas as partes do corpo.

Prestar atenção em cada aluno é fundamental. Assim, nós professores, poderemos perceber a dificuldade e a melhora de cada criança.

Criar exercícios que estimulam a coordenação motora é mais do que necessário. E se alguma criança tiver alguma dificuldade, respeite e espere o tempo dela.

Cada criança tem o seu tempo e logo logo ela chegará ao nível da turma.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Americana acusa principal academia russa de balé de racismo

Não é surpresa que os padrões de beleza e treinamento no Balé Bolshoi, uma das principais academias de dança do mundo, sejam extremamente rígidos. Mas a bailarina americana Precious Adams, de 18 anos, que está terminando seu curso em Moscou, na Rússia, faz uma denúncia grave: dentro da escola, diversas vezes ela foi vítima de racismo e discriminação por ser negra. Em um episódio, uma professora chegou a lhe dizer: “Tente esfregar para tirar o tom negro”.

Há mais de dois anos na Academia de Coreografia do Estado de Moscou, nome oficial do balé, Precious diz ter sido excluída de várias apresentações por causa da cor de sua pele. A mais recente foi no começo deste mês, quando se preparava para o espetáculo de comemoração do aniversário de 240 anos da escola. Foi quando a professora lhe disse para “esfregar”, para que ficasse mais parecida com o que os diretores queriam das bailarinas.


“Alguns dos professores sabem, lá no fundo, que isso é injusto, porque eu posso fazer o que as outras meninas fazem tão bem quanto elas, ou até melhor”, disse ela, em entrevista ao jornal The Moscow Times. “Professores já tentaram me defender, mas se a voz mais poderosa diz que não está certo, que não parece certo, então não tem importância”.

No ano que vem, Precious pode ser tornar a primeira bailarina afro-americana a se formar pela escola. Ela foi criada em Detroit, nos Estados Unidos, e se mudou para Moscou aos 16 anos de idade, quando conseguiu uma bolsa para estudar na academia russa.

Precious explicou que tenta não deixar os comentários afetarem ela. Ela conta que certa vez ouviu um professor sugerir, sinceramente, que ela procurasse um tratamento de clareamento da pele. “Eu sabia disso antes de vir, todos me diziam: ‘Fique atenta, você vai ser praticamente a única negra. Eles têm um problema racial, seja esperta, não leve as coisas para o lado pessoal’”, disse.


Para ela, o grande problema é que as performances são fundamentais para que ela consiga um emprego como bailarina no futuro. “Se eu só me apresentei no palco quatro vezes nos últimos três anos, isso não parece nada bom. Se eu tivesse ido para qualquer outro lugar, provavelmente teria muito mais experiência”, acredita.

A academia disse ao The Moscow Times que não recebeu nenhuma reclamação oficial de discriminação dela ou de outros estudantes internacionais.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Dicionário Informal Ballet

Palavras e expressões que só bailarinos (as) entendem!


5,6,7 e 8 – É igual 123 e já. Significa que vai começar. Como contamos de 8 em 8 tempos (1234567e8 e 1234567e8) quando puxamos o 5.6.7 e 8 dá entender que o começo será no 1.

1 oito | 2 oitos | 3 oitos... – Contamos o compasso da música de 8 em 8 tempos. Quando contamos apenas uma vez até 8 falamos “1 oito”, quando contamos duas vezes “2 oitos” e assim por diante.

45 graus – 90 graus – 180 graus – estamos falando da altura que deve-se erguer a perna

Abrir o joelho – Usa-se esta expressão para falar sobre en dehors. Os joelhos devem ficar para fora, acompanhando a direção dos pés, que também estarão para fora.

Bater a cabeça – Spotting – Ao girar a cabeça será sempre a última a sair e a primeira chegar, olharemos para um ponto fixo e isso ajudará no giro e não ficaremos tontos.

Carão – Falamos que o bailarino (a) tem carão quando ele tem uma boa expressão facial quando dança. Muitas vezes o carão engana falhas técnicas.

Dor boa – Quando fazemos aulas de abertura, alongamentos ou exercícios como elevés e relevés e ao usarmos sapatilha de ponta, sentimos dor, mas ela é necessária e para um bem maior. Ficamos doídos a semana inteira, às vezes, mas é uma dor boa, não machuca. É uma dor de trabalho.

Dura – Adjetivo para as pessoas sem muita flexibilidade.

Ensaio Geral – Normalmente último ou os últimos ensaios antes de uma apresentação, unindo todas as pessoas envolvidas no espetáculo.

Esticar o pé – Fazer “pontinha” apontando os dedos para baixo. Isso começa lá no tornozelo. Muitas pessoas esticar o pé no flex quando ouvem “estica o pé”.

Fora da música – Quando estamos fora do ritmo.

Forçar – Nas aulas de abertura, o professor (a) ajuda o bailarino (a) a se alongar empurrando as pernas, auxiliando com a força, sempre com muito cuidado, respeitando o limite de cada um.

Limpeza – Quando os movimentos ou a coreografia está limpa significa que tudo está acontecendo certo. O mais perfeito possível. Falamos: “Fulana é limpa” ou “precisamos limpar a coreografia”.

Linha bonita – Quando a pessoa é alinhada, tem as linhas bonitas, não fica torta, está sempre limpa.

Marcar palco – Momento em que todo o espetáculo é transferido para o palco, antes do espetáculo. Há o conhecimento do palco, dos lugares, marcação de entradas e saídas, luz, som, algumas vezes figurinos, tudo para dar certo na hora do espetáculo.

Merda – Quando sejamos “merda” antes de uma apresentação, audição ou exame, significa que estamos desejando boa sorte!

Pé de Bailarina – falando com crianças, normalmente usando pé de bailarina para falar para elas esticarem os pés.

Pé de Banana – Quando estica-se o pé de maneira errada, como uma foice, torto para dentro.

Pé de Palhaço – Quando o pé fica em flex.

Perna em X – Ela ocorre quando os joelhos se aproximam e os pés se afastam.

Pezão – Usamos o termo pezão quando a bailarina (o) tem muito colo de pé.

Pirueteira – A que faz bem os giros.

Quebrar a sapatilha – Ela chega dura, novinha e “quebra” quando se adequa ficando no formato do pé da dona.

Sapatilha mole – Conforme vamos usando a sapatilha vai amolecendo, ficando velha. Quando está muito “quebrada” .

Sentada (na perna de base) – Quando o bailarino (a) está apoiando de maneira errada o peso na perna de base, ficando torto e fora do seu eixo.

Rasgado (a) – adjetivo para denominar pessoas com muita flexibilidade.

Zerar abertura – Quando a pessoa chega ao ponto máximo de um exercício de alongamento, como a borboleta ou o Grand Ecart enconsta no chão.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Tipos de arco de pé

Toda bai­la­rina sonha em ter um super colo de pé.

Algumas nas­cem pri­vi­le­gi­a­das, com o “pézão”, como a gente fala, mas outras pre­ci­sam tra­ba­lhar muito. Na ver­dade, todo pé tem sua van­ta­gem e des­van­ta­gem. Muitas vezes um pé menos arque­ado torna alguns exer­cí­cios mais fáceis.


Existem alguns tipos de colo de pé, a dife­rença entre eles deter­mina algu­mas faci­li­da­des e difi­cul­da­des na hora do tra­ba­lho, prin­ci­pal­mente nas pon­tas, essas carac­te­rís­ti­cas influ­en­ciam inclu­sive na hora da com­pra da sua sapa­ti­lha de ponta.


Conheça os tipos de arco de pé:

ARCO BAIXO

Os pés com arcos bai­xos, tam­bém conhe­ci­dos como pé cha­tos, geral­mente não são acom­pa­nha­dos de um colo de pé natural.

ARCO MÉDIO

Os pés de arco médio são os do tipo mais comum. Normalmente são acom­pa­nha­dos de um pouco de colo de pé natural.

ARCO ALTO

Pé dos sonhos. Os pés de arco alto, de um modo geral são acom­pa­nha­dos de belo colo de pé natural.

Seja qual for seu pé, entre na dança e aproveite!

terça-feira, 20 de maio de 2014

Grupo Cidarta de Cuiabá seleciona bailarinos para a Copa do Mundo 2014

Aconteceu na última sexta-feira (17) e sábado (18) a primeira seletiva de bailarinos (as) e dançarinos para participar do Espetáculo “Mato Grosso: do ouro à soja”,que será apresentado nos dias em que acontecem os jogos da Copa do Mundo em Cuiabá na Arena Sesi Papa.  A direção leva a assinatura de Kelson Panosso e Maria Hercília Panosso, da Companhia das Artes e Associados, Cidarta, Cuiabá-MT.


Em Lucas do Rio Verde a seleção tem a organização da Secretaria de Cultura e Turismo, e de acordo com Fernando Pael, Secretário,  nesta primeira etapa foram selecionados nove bailarinos para o elenco do Espetáculo que contará a trajetória histórica do Estado, desde os povos indígenas até a miscigenação dos povos. “É uma honra muito grande termos nossos artistas participando desse projeto. Sou bailarino e sei do mérito que tem estar inserido em um elenco de um espetáculo dessa magnitude”diz Pael.

Na próxima quinta e sexta-feira, dias 22 e 23, acontecerá a segunda e última seleção para bailarinos(as) em Lucas do Rio Verde. Fernando Pael diz que a Secretaria de Cultura e Turismo  encaminhará aos artistas da Dança cartas convites com mais informações, já que nessa primeira seletiva contou com os professores do Parque Cultural e da Flor do Cerrado. A 2ª seleção acontecerá na sala de dança da Associação Cultural Flor do Cerrado e espera contar com a presença de profissionais da dança das academias de Lucas. O Espetáculo “Mato Grosso do ouro à soja” fará turnê pelo Brasil e Mundo, após os  Jogos da Copa.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

O ballet clássico e o tempo

Eu gosto de fazer tricô e estou na fase de passar do cachecol a outras peças. Mas qualquer pessoa que começa a tricotar, sabe: é preciso paciência. Além disso, a grande graça está em fazer a peça e não simplesmente vê-la pronta. Quem quer apenas a blusa, é mais fácil e rápido comprá-la em uma loja.

Mas não existem lojas de técnica clássica, tampouco de atributos necessários para dançar. Por isso, para ser flexível, melhorar o en dehors e fazer uma bela diagonal, você terá de seguir o caminho mais difícil: estudar e treinar.

O ballet clássico tem mais de 300 anos e não existe apenas uma maneira de aprendê-lo, e cada qual tem a sua própria relação com a dança. Mesmo assim, existe algo igual para todo mundo. É preciso tempo. Não, você não sairá dançando com apenas dois meses de aula. Você não terá um excelente trabalho de pontas em um semestre. Não vai. Não adianta dizer que sim, brigar comigo, falar que você é diferente, que sua professora/mestra/mentora disse que sim. Porque isso não é uma questão de opinião.


“Ah, mas a Sylvie Guillem chegou ao mais alto posto da Ópera de Paris com apenas oito anos de ballet clássico.” Ela é exceção. E quem também é exceção, não está preocupado em acelerar o processo de aprendizagem, pelo simples fato de não precisar disso. E se você quer pular etapas, você é regra, como 99,99% de quem dança.

É preciso percorrer um longo caminho para sentir o ballet no nosso corpo. Eu demorei pelo menos três anos para isso. Hoje, o plié está em mim e não preciso pensar tanto nele para realizá-lo. Significa que o faço perfeitamente? Claro que não. Mas ao pensar no plié, meu corpo já se prepara para o movimento. Para isso, foram alguns anos de treino, não foi do dia para a noite.

Ainda há muitos movimentos e sequências pela frente. Tenho muito a fazer. Ainda não domino o trabalho de pontas, mas não tenho pressa, porque esse domínio chegará apenas quando eu não precisar pensar no eixo e na força do meu corpo para não desequilibrar.

Mas eu gosto de caminhar. Todo caminho é construído ao longo do tempo. Toda arte é assim.

Aceito, entendo e compreendo que muitas pessoas veem o ballet clássico com outros olhos. Só fui perceber isso agora, depois de anos escrevendo sobre ele. Há pessoas que têm no ballet a sua jornada pessoal. Ele é o seu Monte Everest e toda a jornada só valerá a pena quando chegarem ao topo e fincarem a bandeira.

Aí entra a angústia de conseguir a perna alta, a pirueta tripla, os fouettés, a hiperextensão. Como se não existisse dança sem isso. Oras, a menos que você seja bailarina clássica profissional, e nesse caso a questão é completamente outra, isso não é necessário, ou não deveria ser. A menos que exista a jornada rumo às medalhas imaginárias, em que ostentamos algo que fará nos sentirmos vitoriosos.

Não estou fazendo juízo de valor, tudo bem? Querer isso é legítimo. Mas, por favor, assumam essa postura. “Eu quero chegar lá.”


Existe a arte, existe a jornada pessoal. O artista só existe se as suas criações saem da esfera particular e encontram o outro, quando sua obra estará finalmente concluída. O pessoal existe quando as minhas conquistas me bastam, porque lutei por elas com afinco e as almejei por muito tempo.

Ambos podem coexistir? Sim, mas são diferentes. E reconhecer essa diferença diminui todos os desgastes existentes entre quem quer uma coisa e quem quer outra.

Daqui em diante, serei mais flexível com aquelas pessoas que veem na dança a sua jornada pessoal. É meu dever respeitá-las e jamais diminuir os seus objetivos.

Mas, por favor, respeitem o fato do ballet clássico ser arte para mim. É assim que eu o vejo e é assim que ele existe na minha vida.

Por isso, sempre defenderei o tempo das coisas. O tempo da técnica. O tempo do estudo. O tempo do conhecimento do próprio corpo. O tempo do palco. O tempo da dança.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Os quinze perfis mais comuns de professores de Ballet Clássico


Aquele professor que você considera da família ou seu melhor amigo. Aquele que se percebe que você está triste e te abraça e tenta te confortar. Você se sente tão íntimo dele, que sente até mais liberdade e vontade de fazer aula.

Aquele professor que grita quando você erra ou te arremessa algum objeto quando você se atrapalha na sequência. Outras pessoas que não são fazem ballet o julgariam como louco, mas você inexplicavelmente o ama.

Aquele professor que só olha para os melhores da turma ou puxa o saco dos que tem mais técnica. Você faz tudo para que ele te corrija, ou vai com um collant rosa pink para ser notada, mas para ele é como se você nem estivesse na sala de aula.

Aquele professor que elogia tudo. Você sabe que está "en dedan", afinal o espelho está na sua frente, mas ele diz que está perfeito. Você nunca sabe se ele está debochando ou se a concepção dele sobre o ballet é distorcida. Ou seja, só tem alunos tortos e com o ego elevado.

Aquele professor que acha que você consegue fazer tudo. Ele diz que o developpé precisa ser a 178°, e se você não faz dessa forma ele acha que você não prestou atenção, ou está com preguiça quando na verdade não consegue nem elevar a perna a 20°. Geralmente acontece quando a pessoa evolui rápido ou por o professor achar que no ballet não há dificuldades.

Aquele professor que não sabe nada sobre ballet clássico pois dava aula de forró. Não sabe passar exercícios no tempo da música, mistura ballet com jazz e axé, e mostra os passos pior que a sua avó de 90 anos mostraria. Quando você pergunta como é o nome de um passo, ele diz que esqueceu ou inventa um fundamento totalmente errado.

Aquele professor que parece estar ligado na tomada. Todos os exercícios são rápidos demais, as sequências surreais, até ele próprio se confunde quando precisa repetir. Você sempre sai com a sensação de ter dado um nó nas pernas, ou se sentindo o pior bailarino do mundo por não ter conseguido feito nada.

Aquele professor que sabe fazer as correções perfeitamente. Um passo que você nunca conseguiu fazer ele te ensina a fazer de uma maneira que você consiga, na aula dele suas piruetas milagrosamente saem maravilhosas, você nota a sua evolução nitidamente. Você se torna eternamente grato a ele por te fazer um bailarino melhor, e nunca entende como ele pode ser tão maravilhoso.

Aquele professor que é melhor que a escola inteira. Ele mostra os passos e você baba, é um carretel de tanta linha. Você se sente motivado a fazer um exercício depois da forma que ele mostrou o passo, e sempre torce para que ele repita e encha seus olhos com tanta beleza.

10° Aquele professor que além de ensinar a técnica, ensina a história do ballet, filosofia e sobre a vida. Você sempre vai para a casa refletindo sobre o que ele disse, às vezes servindo até de psicólogo. Faz-te ter uma concepção diferente das coisas e do ballet.

11° Aquele professor que não se importa se seu pé está sangrando, ou sua coluna doendo. Ele ensaia quantas vezes for preciso, às vezes você até acha que está em um quartel, pois tamanha rigidez e frieza. Faz-te evoluir, mas acaba com o seu corpo.

12° Aquele professor que para ele nada está bom. Você acha que está fazendo o adágio lindo, coloca a perna na cabeça, pensa em todos os movimentos, faz piruetas lindas e quando termina ele te olha e fala que não foi bom e pede para repetir. Por mais que ele tenha razão, você sempre acha que ele não te elogia ou critica sempre, por implicância. Mas te fazer ser mais crítico consigo mesmo ao longo do tempo.

13° Aquele professor que se transforma no ensaio. Basicamente ele é Odette nas aulas e o Odile no ensaio. Você até treme quando ele pronuncia a palavra "ensaio", pois sabe que serão momentos tensos, e fica tão nervoso de errar e ter que fazer tudo novamente ou de ouvir um berro, que acaba errando.

14° Aquele professor frustrado que não quer ver o crescimento do aluno. Normalmente se tornou professor por uma lesão ou por não ter sido bom na época que dançava. Sempre fala de si, nunca te impulsiona, parece que gosta de te ver errado, fala que não irá conseguir bolsas ou nunca irá ganhar algum festival. Você não sabe se você é lixo ou se o problema é com ele.

15° Aquele professor que te leva para todos os festivais, corre atrás de grandes oportunidades pra você, sempre te incentiva. Você mesmo não acredita em si, mas ele diz que você é capaz. Se você não corresponde as suas expectativas ele não se decepciona e sempre te levanta. É como um anjo da guarda, nunca desiste de você.
Desconheço a autoria

quarta-feira, 26 de março de 2014

SECULTUR abre inscrições para as Oficinas no Centro Cultural

A SECULTUR (Secretaria de Cultura e Turismos) de Campo Novo do Parecis informa que as inscrições para as Oficinas de Arte tiverem início na manhã desta quarta-feira (26). Neste ano de 2014 serão oferecidas Oficinas de Balé, Dança do Ventre, Danças de Rua, Axé, Danças de Salão, Capoeira, Violão, Banda de Percussão, Teclado, Violino, Violoncelo, Clarinete, Sax Alto, Sax Tenor, Trompete, Trombone, Bombardino, Bombardão, Técnica Vocal, Canto Coral e Teatro.

Balé Clássico com Fábio Lima
As aulas iniciarão no dia 07 de abril, no entro Cultural. No ato da inscrição são necessários, os seguintes documentos; Cópia da certidão de nascimento e 1 foto 3X4. Interessados, procurar a Secretaria, nesta quarta-feira, 26/03.

Teatro com Fran Almeida
O Centro Cultural está situado na sede da Associação de Moradores do Bairro Nossa Senhora Aparecida, na Rua Severino de Lima, 1.206 NE - Bairro Nossa Senhora Aparecida. Telefone: 3904 2095.

quarta-feira, 5 de março de 2014

A importância do aquecimento

O aque­ci­mento deve ser feito para melho­rar seu desem­pe­nho, tanto nas aulas, como em ensaios e apresentações.

É impor­tante aque­cer o corpo antes de ini­ciar qual­quer exer­cí­cio. Um aque­ci­mento ade­quado pre­para o corpo para a ati­vi­dade física, aumen­tando a sua frequên­cia car­díaca de forma gra­dual e faz cir­cu­lar o san­gue por todo o corpo evi­tando lesões.

Se você fosse esti­car os mús­cu­los antes de aquecer,poderá rom­per um liga­mento, pois os mús­cu­los não esta­vam quen­tes o sufi­ci­ente para fazer este alongamento.

Se você dança antes de aque­cer, pro­va­vel­mente sen­tirá dores no peito, pois reque­rerá mais esforço para a res­pi­ra­ção. Se seu corpo não estava pre­pa­rado pre­ci­sará fazer res­pi­ra­ções mais pro­fun­das. O aque­ci­mento vai aju­dar seu corpo na tran­si­ção de uma fase de repouso para o esforço físico. Aqui estão algu­mas dicas para o aquecimento:

Respiração Pro­funda


Tomar res­pi­ra­ções pro­fun­das antes de dan­çar pode aju­dar a melho­rar a sua capa­ci­dade pul­mo­nar. Vai lhe dar mais resis­tên­cia em qual­quer tipo de exer­cí­cio. É sem­pre bom pra­ti­car a res­pi­ra­ção pro­funda, mesmo quando não esti­ver se pre­pa­rando para dançar.

Plié

Fazer pliés é “O exer­cí­cio” de aque­ci­mento. Primeiro por­que ajuda a aumen­tar o seu ritmo car­díaco. Em segundo lugar, quando feito cor­re­ta­mente na pri­meira ou quinta posi­ção, ele vai aju­dar a tor­nar as jun­tas e mús­cu­los mais maleá­veis e deixa os ten­dões mais elásticos.

Andar a pé no lugar

Andar a pé no local é outro bom exer­cí­cio que pode ser feito facil­mente, você pode sim­ples­mente andar no lugar certificando-se de que você está balan­çando os bra­ços enquanto você anda. Começar deva­gar e gra­du­al­mente aumen­tar à medida que você sen­tir que seu corpo está aquecido.

Alongamento


Depois de ter aque­cido o corpo, é hora de alon­gar da cabeça aos pés, come­çando com movi­men­tos de cabeça (late­ral, olhando para cima e para baixo e movi­men­tos cir­cu­la­res), alon­gue bra­ços e cos­te­las, abrindo os bra­ços. Movimente a cin­tura e qua­dril, lado a lado e de frente para trás. Alongue per­nas tocando as mãos no chão, na segunda e na sexta posição.

Um aque­ci­mento com­pleto é fun­da­men­tal para uma boa dança!

Por: Dryelle Almeida

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Exercícios na barra são realmente necessários?


Grande parte de muitas aulas de ballet acontece na barra. Apesar de parecerem repetitivos e para alguns alunos tornarem-se até chatos com o tempo, o trabalho na barra é realmente importante e devem compor uma parte significativa de uma aula de balé, seja para iniciantes, bem como bailarinos avançados.

Mesmo que os exercícios realizados na barra possam parecer monótonos, eles são feitos para ajudar bailarinos a construir a força e aprender a colocação correta do corpo. O que fazemos na barra deve ser levado para o centro, para a diagonal e para o palco.

Os exercícios na barra:
  • Ajudam a aquecer os músculos
  • Aumentam a velocidade e precisão dos pés
  • Ajudam o corpo a se preparar para saltos
  • Aumentam a flexibilidade
  • Aumentam a força na coluna vertebral
  • Melhoram o equilíbrio.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Cia Revelação de Teatro participa de oficina oferecida pelo Circo Grock em Campo Novo do Parecis

O grupo Grock resolveu vir para Campo Novo após ler uma matéria da Cia Revelação na Revista Gazeta Vip em uma das cidades em que esteve se apresentando.


O Circo Grock Internacional estreou oficialmente em Campo Novo do Parecis, na sexta-feira (17.01), auxiliado pela Cia Revelação de Teatro que também participa da Oficina de Habilidades Circenses, ministrada pela trupe. Segundo Nil Moura, um dos criadores do circo, conhecido como palhaço Espaguete, a parceria é benéfica para ambos, os garotos aprendem mais sobre a arte do circo e ainda dão uma mão durante as apresentações.

“O que está acontecendo aqui entre o grupo Revelação e o Grock é uma troca de experiências, pois eles estão montando um espetáculo chamado ‘O Circo’, e a gente, como pessoas de circo, vamos aproveitar essa força que eles estão dando e vamos passar a tecnologia das cenas do espetáculo circense, para dar uma força para o espetáculo deles”, afirmou Espaguete.

Para Gena Leão, parceira de Nil na criação do circo e divisão dos palcos como palhaça Ferrugem, se diz impressionada com a receptividade das pessoas em plenas férias escolares, onde tem comparecido sem muita divulgação. O grupo ainda precisou realizar várias pré-estreias antes da estreia oficial por causa das chuvas, mesmo assim algumas pessoas reclamaram porque muitas crianças estão viajando e não vão poder ver o circo. “Como o público está sendo maravilhoso, a gente vai ver se estende um pouco mais as oficinas e também esperar as escolas voltarem”, garantiu.


Sandra Teodósio, gerente administrativa do circo, contou que o grupo possui uma escola, a EPAC – Escola Potiguar das Artes do Circo, da qual se formaram boa parte dos artistas da trupe. Segundo ela as oficinas fazem parte das atividades da escola que é mantida pelo Grupo Grock. “A gente realmente procura dar esse grau de formação em todo o lugar que a gente está andando, é uma característica bem própria dos meninos, do Nil e da Gena, pois há uma preocupação de propagar a arte e que as pessoas sejam multiplicadoras do circo”, informou Sandra.

O Circo Grock participa de uma turnê que teve início em Cuiabá, mas a cidade de Campo Novo não estava nos planos do grupo. Gena informou que eles possuem um circo para ser montado em shoppings, mas quando estavam em Cuiabá descobriram que o estacionamento do shopping em que se apresentariam em Porto Velho estava em reforma.

Segundo Nil, depois da notícia eles resolveram se apresentar por Mato Grosso, onde seguiram à direção de Primavera do Leste e Rondonópolis, voltando em seguida para irem à Juína. Durante a apresentação em Tangará da Serra eles entraram em contato com a Revista Gazeta Vip 3ª Edição, cuja capa é o grupo Cia Revelação de Teatro e sua trajetória até o Fringe do Festival de Teatro de Curitiba.

“A gente se encantou com a cidade pelo seu potencial cultural, pois a gente sabe que quando uma cidade desenvolve muitos grupos de teatro, de dança, ela prepara a população para receber essa cultura”, confessou Nil. “O que mais me chamou a atenção foi a foto, depois eu fui ler a matéria, foi quando eu disse: ‘a gente não pode ir para Juína sem passar por Campo Novo do Parecis porque lá a cultura está fervendo’”, acrescentou Gena.

O Circo Grock Internacional permanecerá em Campo Novo do Parecis até o início de fevereiro com apresentações todos os dias às 20 horas.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

As 5 melhores Escolas de Ballet do mundo

Em todo o mundo, existem milhares de escolas de dança e repertórios que abrangem um sopro de estilos do salão para o ballet. A julgar pelos resenhas de críticas, o nível de desempenho, largura de estilos, história e ex-alunos famosos, aqui está uma lista das principais escolas de dança internacionais. A lista abrange costas, países e gêneros, mas as escolas partilham uma coisa em comum: O prestígio!

American Ballet Theatre


Com sede em Nova York, o American Ballet Theatre oferece uma importante programação de técnica de dança. Conhecida como programas pré-profissionais de Jacqueline Kennedy Onassis, essa escola produz os melhores bailarinos do mundo. Ex-alunos famosos incluem Tony Award, vencedor David Alvarez, um ex-líder da "Billy Elliot the Musical".

Bolshoi Ballet Academy


Datado de 1776, o Bolshoi Ballet Academy é uma das mais antigas e melhores companhias de balé do mundo. O teatro é a empresa-mãe do Bolshoi Ballet, uma escola líder mundial de balé. Ex-alunos famosos da academia incluem Maya Plisetskaya, uma das duas únicas bailarinas russas que recebeu o conceituado título de "primeira bailarina absoluta".

Kirov Academy of Ballet


Outra companhia de balé americano, a Kirov Academy of Ballet é uma escola com sede em Washington, DC, que oferece instrução em tempo parcial e integral para crianças de 7 a 12 anos. A Academia é distinta entre as escolas profissionais de dança em que ela tem em sua própria casa acadêmica e programa de residência, promovendo o crescimento de jovens bailarinas. Alunos da Kirov incluem Danny Tidwell, Sascha Radetsky e muitas outras estrelas de dança da Broadway.

The Royal Ballet School


O Royal Ballet School é uma divisão da companhia Royal Ballet, em Londres. A escola oferece treinamento rigoroso de balé clássico, espera colocar licenciados em famosas companhias de balé do mundo. Ex-alunos famosos incluem Alessandra Ferri, Dame Margot Fonteyn e Dame Beryl Grey, entre muitas outras bailarinas famosas.

Paris Opera Ballet School


Com sede em Paris, esta escola de balé é a companhia de balé oficial da Ópera de Paris, ou "Palais Garnier". As origens da companhia remontam em meados de 1600, quando o rei Luís XIV reinou como rei da França. A escola tem produzido bailarinas famosas, incluindo Agnes Letestu e Le Riche Nicolas.
Por: Dryelle Almeida

sábado, 7 de setembro de 2013

Que ninguém cale a nossa voz!

Nesse dia 07 de setembro, dia da Independência - trecho do "Melhor discurso do mundo"


[...] Aos que me podem ouvir eu digo:

"Não desespereis!" A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem os homens, a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais ... que vos desprezam ... que vos escravizam ... que arregimentam as vossas vidas ... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina!

Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos.

Soldados! Não batalheis pela escravidão! lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou um grupo de homens, mas dos homens todos! Estás em vós! Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela ... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo ... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.

Charles Chaplin - O último discurso (O Grande ditador – 1940)